A Umbanda é paz e amor… é um mundo cheio de Luz! È a força que nos dá vida e a grandeza nos conduz! Avante, Filhos de Fé!

Arquivo para dezembro, 2009

Exê Uêpe Babá, Oxalá!

Natal é o nascimento de Jesus…. Aliás, não nos esqueçamos disso. A meia noite de hoje, eleve seus pensamentos a Ele, faça uma oração, cante um parabéns e agradeça por estar desse lado de cá, do lado de cima da terra. Só isso.

Em 25 de dezembro comemoramos o dia de Oxalá, sincretizado como Jesus Cristo. Sua imagem é figura obrigatoriamente em lugar de honra em todos os Centros, Terreiros ou Tendas de Umbanda, em local elevado, geralmente destacada com iluminação intencionalmente preparada, de modo a conformar uma espécie de aura de luz difusa à sua volta. Homenageia-se Oxalá na representação daquele que foi o “filho dileto de Deus entre os homens”; entretanto, permanece, no íntimo desse sincretismo, a herança da tradição africana: “Jesus foi um enviado; foi carne, nasceu, viveu e morreu entre os homens”; Oxalá coexistiu com a formação do mundo; Oxalá já era antes de que Jesus o fosse.

Oxalá, assim como Jesus, proporciona aos filhos a melhor forma de praticar a caridade, isto é, dando com a direita para, com a esquerda, receberem na eternidade e assim poderem trilhar o caminho da luz que os conduzirá ao seu Divino Mestre. Ainda falando em cinscretismo, oxalá é conhecido também como ‘Nosso Senhor do Bonfim’.

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Eparrei!

Iansã, ou Oyá, é um orixá cuja figura, no Brasil, é sincretizada com Santa Bárbara, católica. Senhora dos ventos, dos raios e das tempestades (não foi a toa que choveu daquele jeito, ontem). Na liturgia da Umbanda, Iansã é senhora dos eguns, os espíritos dos mortos, menos cultuados no Candomblé. Na Umbanda a guia de Iansã é de cor amarela.

Eram duas ventarolas
Duas ventarolas
Que ventavam o mar
Uma era Iansã
Arerê
A outra era Iemanjá
E eparrê
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Iansã o seu leque é de ouro
Vem do céu, Oxalá quem mandou
Para salvar os seus filhos Iansã
Na hora da agonia e da dor