A Umbanda é paz e amor… é um mundo cheio de Luz! È a força que nos dá vida e a grandeza nos conduz! Avante, Filhos de Fé!

Toda vez que entro no terreiro e vou lá bater a minha cabeça* para começar os trabalhos faço apenas duas observações para as entidades que nos assistem lá: que me use como instrumento de caridade da melhor forma possível e que me ajude a ser merecedora das coisas que eu possa vir a pedir.

E vou falar uma coisa: as coisas acontecem…. Estava no trânsito ontem (ah, vá!) e fiquei pensando um uma coisa que Lorinho me disse na semana passada. Numa dessas discussões de ‘vamos ou não vamos gastar x de dinheiro num jantar mais caro nesse final de semana’ ele me disse que ‘crescer não é tirar de um lado para colocar no outro. Crescer e continuar fazendo as coisas que sempre fizemos e conseguir mais’. E nessa hora eu percebi o quanto crescemos em dois anos de relacionamento. Juntos. Espiritualmente e como pessoas. E materialmente também, claro.

Resolvemos nos casar, as coisas foram acontecendo, melhorando e eu sou muito grata, todos os dias a meu Pai lá no alto, que dá um jeito de prover tudo aquilo que precisamos, na hora certa.

Quem tá casando, montando casa, sabe o medinho que dá. É tanta coisa (grande e miúda) pra comprar que tem que ter coragem… aí… de repente, meia dúzia de amigos queridos se juntam e te dão um fogão de presente…. uma tia que a gente sabe que nem pode tanto assim, te dá um microondas…

E quando você acha que Deus já foi muito justo com você e já te deu mais do que aquela mãozinha, você recebe uma ligação de alguns parentes que se juntaram pra te dar uma geladeira!!! E você não cabe em si de alegria por saber que sim, está fazendo um bom trabalho e está sendo merecedora de que coisas boas aconteçam com você.

Mantenham-se no bom caminho. Vão pela Luz.

Obrigada! Obrigada meu Deus, obrigada meus amigos! Estou realmente com o coração repleto de amor, carinho e gratidão.

*O ato de bater cabeça, talvez seja a parte da ritualística umbandista cuja simbologia esteja no inconsciente coletivo da humanidade desde o princípio dos tempos.
O ato de levar a cabeça ao solo é encontrado, praticamente, em todas as religiões e foi trazido para alguns protocolos do mundano tendo em vista que em muitas sociedades os seus soberanos eram tidos como representantes terrenos da divindade.
Seu significado pode ser interpretado como (reconhecimento da) submissão do ser humano diante da onipotência da deidade, muitas vezes representada através de fenômenos da Natureza. Ou seja, a aceitação de nossas limitações diante daquilo que não podemos controlar. Trata-se, portanto, de um sinal de respeito e de entrega.
Também pode ser entendido como representação de humildade, bem como uma forma de agradecimento (p.e., à Mãe-Terra que, através de seus mistérios, nos dá tudo o que nos sustenta e mantém).
Pode-se, então, dizer que na Umbanda bater cabeça significa respeito pela deidade, orixás, guias e entidades que são representadas tanto pelo congá ou congar, como por pontos de força ou energia (a tronqueira e os atabaques), e ainda nas figuras dos sacerdotes e sacerdotisas ou mais velhos na religião.
A ritualística pode variar de terreiro para terreiro, função de doutrina e fundamentos próprios.

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