A Umbanda é paz e amor… é um mundo cheio de Luz! È a força que nos dá vida e a grandeza nos conduz! Avante, Filhos de Fé!

Me identifiquei muito com as partes negritadas do texto… pois é assim que venho me sentindo…

http://www.artefolk.com.br/index.php/2010/recapitulando-incorporacao-consciente-existe/
Ha um tempo atrás estava eu passando os olhos pelas comunidades de Umbanda no Orkut quando me deparei com um tópico que me desconcertou. Nele, a pessoa que propôs a discussão questionava a validade dos médiuns que são conscientes, explicitando, na verdade, que isso era uma forma de enganar os consulentes que seriam facilmente levados a fazer o que os médiuns queriam. Bom, não vou discutir, como muitos outros costumam fazer, a sabedoria ou o nível evolutivo desse irmão de fé, até porque a ninguém cabe isso, todos têm o direito de achar o que bem entender e por isso mesmo vou colocar aqui o meu parecer.
Faz alguns anos que venho estudando esse aspecto da vida, o trabalha de caridade que aceitamos fazer servindo de intermediários entre o mundo invisível e o visível. Durante esse tempo sempre ouvi a discussão e quando decidi me colocar a prova, ou seja, começar e aceitar meu desenvolvimento mediúnico, sentindo no meu ser o que era a comunicação entre os depois mundos, tive a insegurança do neófito. Sentia minha consciência ser compartilhada por outros pensamentos, outros sentimentos, sentia vontades e via imagens, mas não era arrebatado por força nenhuma, por nada que me tirasse do corpo ou fizesse com que me movesse ou proferisse palavras sem conseguir me controlar. Mediunidade era como uma conversa e não algo mágico e de impossível resistência. Logo, sentia-me enganado, fazendo algo errado.
Acredito que se, nesse ponto, não houvesse uma mentora que me esclarecesse tais nuances, como houve,
talvez me perdesse em um caminho sem volta, o da auto ludibriação. Talvez achasse que a mediunidade só fosse sincera se fosse inconsciente, deixando meus conhecimentos prévios para a esfera kardecista, separando a mediunidade na Umbanda e classificando-a de outra forma. Então diria a todos que era inconsciente e levaria a vida assim, mentindo para mim mesmo e para todos os outros. Não entendia, porém, o por que da inconsciência ser tão importante, visto que se aprende muito mais com a consciência. Aprende-se a ouvir, a intuir. Aprende-se sobre o que é dito e sobre o que é ouvido. Aprende-se sobre a responsabilidade de não alterar a palavra dada. Aprende-se sobre a auto-instrução, a fim de passar a mensagem da melhor e mais compreensível maneira possível.
Não estou dizendo, afinal, que esse irmão de fé estivesse se enganando, de repente o terreiro que ele freqüenta seja uma casa rara onde todos sejam realmente inconscientes. Não acredito, mas é uma possibilidade. Só quero levantar essa questão para você, leitor, argumentar com seu mentor, babalaô, yalorixa, consigo mesmo e, acima de tudo, com seus amigos espirituais: Eu sou sincero comigo mesmo? A resposta honesta a essa pergunta vai lhe encaminhar para o verdadeiro caminho, seja qual for.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: